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Termos
Quem presta o serviço
Henrique Santiago Carrageis Ribeiro, em Lisboa, contactável em [email protected].
O que este site é
Uma apresentação do serviço. Os preços dos planos são os que pratico e não lhes acrescento IVA por cima. O que fica fora deles — páginas acima do número incluído, funcionalidades novas, trabalho de marca e tudo o que entra no plano À medida — é orçamentado à parte e fica escrito antes de começar.
Prazos
Entre uma e três semanas, conforme o tamanho do site, a contar da entrega de todo o material necessário. O prazo suspende-se enquanto faltar material ou uma aprovação do cliente, e alterações pedidas depois de a estrutura estar aprovada podem acrescentar-lhe dias.
Pagamento
A construção paga-se em duas metades: 375 € para começar, que é o que marca o início do trabalho, e os restantes 375 € na entrega, antes de o site ir para o ar. Antes de cada metade há um ponto de paragem: entrego por escrito a estrutura e a mensagem antes de desenhar seja o que for, e se nessa altura não quiser seguir devolvo os primeiros 375 € por inteiro, em oito dias, sem mais nada a pagar; havendo trabalho de marca já entregue, esse paga-se e os ficheiros ficam seus, e é a única coisa que não entra na devolução; a segunda metade só é devida depois de ver o site a funcionar. Com essa segunda metade vai a primeira mensalidade, porque é na entrega que o domínio e o alojamento passam a ser pagos; daí em diante renova no mesmo dia de cada mês. As faturas pagam-se a oito dias. Os preços indicados são os que paga: não acrescento IVA por cima. Se uma mensalidade ficar por pagar, aviso primeiro e mantenho o site no ar; ao fim de trinta dias sem regularização, suspendo-o até estar pago, sem apagar nada.
O logótipo
Pôr no ar o logótipo que o negócio já tenha em ficheiro vetorial — SVG, AI, EPS ou PDF de vetores — vai no preço da construção, com as versões para fundo claro e escuro e o ícone do separador do browser. Existindo apenas uma imagem do logótipo, o redesenho em vetor custa 60 €, uma vez, incluída nos planos Pro, Max e À medida. Está incluído o trabalho de vetorização, não um resultado que o ficheiro de origem não permita: mantendo-se a faculdade de recusa descrita abaixo, a inclusão no plano não dá direito a resultado diferente. Não havendo logótipo nenhum, é feito um, e custa 250 €, uma vez, seja qual for o plano: o site não vai para o ar sem ele, porque o logótipo aparece no cabeçalho, no separador do browser, na ficha do Google e nas redes sociais. Esse trabalho inclui dois caminhos à escolha e uma ronda de alterações sobre o escolhido, e entrega SVG e PNG para fundo claro e escuro, nas composições horizontal e empilhada, com o ícone, o tamanho mínimo e a área de respiro. A identidade visual completa — logótipo e variantes, cores, tipos de letra, elementos gráficos, as aplicações acordadas e um manual de utilização — custa 750 €, uma vez, e desconta os 250 € de um logótipo que eu tenha feito e o cliente tenha pago nos doze meses anteriores. A identidade escolhe os tipos de letra da marca e deixa o cliente com licença para os usar; desenhar um tipo de letra de raiz é outro trabalho e não está incluído nem por este preço. Reservo-me o direito de recusar a vetorização de um logótipo que não passe para vetor sem se descaracterizar, designadamente com gradientes, sombras, texturas ou desenho gerado por inteligência artificial; nesse caso digo o motivo por escrito, nada é cobrado pela recusa e proponho a criação de um logótipo novo. Logótipos com brasões, ilustrações ou detalhe equivalente são orçamentados à parte, e isso fica dito antes de começar. Estes valores pagam-se com a primeira metade da construção, porque o logótipo tem de estar pronto antes de o site ser desenhado, e nenhum deles é cobrado sem ser aceite por escrito. Parando no primeiro ponto de paragem, devolvo os 375 € da construção; o trabalho de marca já entregue não é devolvido e os ficheiros ficam do negócio, com todos os direitos de utilização, depois de pago. O registo da marca no INPI é um processo à parte, pago ao INPI, e não está incluído.
Direito de livre resolução
O direito de livre resolução é um direito do consumidor, isto é, de pessoa singular que contrate com fins alheios à sua atividade profissional. Quem contrata para o seu negócio não está nesse caso, e o que vale são os dois pontos de paragem descritos em Pagamento. Sendo o cliente consumidor, e tendo o contrato sido celebrado à distância ou fora do meu estabelecimento, pode resolvê-lo no prazo de 14 dias a contar da celebração, sem indicar motivo e sem suportar custos, bastando dizê-lo para [email protected]. Devolvo tudo o que tiver recebido no prazo de 14 dias. O trabalho não começa dentro desse prazo sem um pedido expresso; havendo esse pedido, uma resolução a meio paga a parte proporcional ao que estiver feito, e o direito extingue-se se o serviço for integralmente prestado dentro do prazo. O formulário de resolução segue com o contrato, no Anexo C.
De quem é o que fica feito
O domínio é registado em nome do negócio. Os textos, as fotografias e o site entregue são do negócio depois de pago. Posso mostrar o trabalho no meu portefólio; se preferir que não, basta dizer.
O que preciso de si
Informação atualizada, fotografias, horários, contactos e uma ideia do que distingue o negócio. Se o material chegar tarde, o prazo desloca-se pelo mesmo tempo.
Alojamento e manutenção
Depois da entrega, o site fica numa mensalidade: 90 € no Essencial, 240 € no Pro e 330 € no Max. Os 90 € existem em todos os planos e cobrem o alojamento, o registo do domínio, as atualizações, a reparação de avarias e uma hora por mês de alterações ao conteúdo, contada à meia hora e sem passar para o mês seguinte. Acima dessa hora são 30 € por hora, com o valor dito antes. O que separa os planos é o sistema de reservas, a gestão de redes sociais e a gestão da ficha do Google, com o âmbito descrito em cada um. As redes contam-se por quinzena: entrego três propostas de publicação e publico até três, das que o cliente aprovar. A mesma peça publicada nas duas redes conta como uma publicação, e o número é um máximo, não um mínimo — nas quinzenas em que não houver material ou aprovação não sai nada, e o que não sair não transita para a quinzena seguinte. Cada proposta leva uma ronda de alterações, pedidas de uma vez até dois dias úteis depois de eu a mandar, e nenhuma sai sem aprovação do cliente. Quem preferir não aprovar peça a peça pode assinar a gestão autónoma: publico sem pedir aprovação, o cliente manda retirar o que não quiser no ar e não há indemnização pela imagem da marca. Recusando uma peça de raiz, substituo-a por outra, uma vez por quinzena. Uma segunda ronda de alterações na mesma peça, uma segunda substituição na mesma quinzena ou publicações acima das três são trabalho à parte, a 30 € por hora contados à meia hora: digo primeiro quanto custa e só avanço depois de o cliente aceitar por escrito. Cada plano inclui um número máximo de páginas: cinco no Essencial, oito no Pro e doze no Max, sem limite no plano À medida. As páginas acima desse número, tal como funcionalidades novas, são orçamentadas à parte. Pode subir de plano a qualquer momento, com efeito no mês seguinte; descer de plano só depois dos doze meses iniciais, também com efeito no mês seguinte. Em alternativa pode pagar o ano à cabeça, com um mês grátis: 990 €, 2.640 € ou 3.630 €, ou seja menos 90 €, 240 € ou 330 € do que pagar mês a mês. Se acabar o contrato a meio de um ano já pago, devolvo o que foi pago menos os meses já começados, cada um ao preço mensal de tabela: quem sai a meio do ano perde o desconto do pagamento anual. Os avisos e confirmações por email estão incluídos em todos os planos; as campanhas por SMS correm em conta do cliente, que compra os créditos, e só podem ser enviadas a quem tenha dado autorização. A mensalidade tem um período inicial de doze meses a contar da entrega; passado esse período, acaba com trinta dias de aviso, de um lado ou do outro, sem penalização nem justificação. É por esse período que a construção custa 750 € em vez de 1.500 €. Saindo antes de terminarem esses doze meses, paga-se o menor de dois valores: o desconto de 750 € na proporção dos meses que faltarem, ou metade das mensalidades que faltarem, e o mesmo vale se o contrato acabar por falta de pagamento. Sem o período inicial, a construção custa 1.500 € e a mensalidade acaba com trinta dias de aviso desde o início. Nada se paga se a saída for por incumprimento meu, por uma atualização de preço que não aceite ou por ter parado no primeiro portão. Passado o primeiro ano, a mensalidade pode ser atualizada, no máximo uma vez por ano, se subirem os custos de que o serviço depende — alojamento, domínios, envio de email, ferramentas — ou para acompanhar a inflação. Não é automático: se não houver aviso, o preço fica na mesma. Havendo, aviso com sessenta dias de antecedência e digo o motivo, e quem não aceitar sai sem pagar nada por isso. O preço da construção não muda com nenhuma destas coisas.
Lei aplicável
Aplica-se a lei portuguesa. Em caso de litígio de consumo, pode recorrer a uma entidade de resolução alternativa: Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa, competente na Área Metropolitana de Lisboa, onde Oeiras se inclui, para litígios até 5.000 €: centroarbitragemlisboa.pt, 218 807 030. Os meus serviços destinam-se a negócios, pelo que esta via existe para quem contrate na qualidade de consumidor.
Última atualização: 13 de setembro de 2026